ÁLBUNS DA TERRA ( versão II )
PROJETO VENCEDOR DA 2ª BOLSA DE CRIAÇÃO DO PACT - PLANO DE APOIO À CRIAÇÃO TEATRAL
O álbum fotográfico é também testemunha, e um depositário de histórias e memórias de uma família, e tem igualmente, características e qualidades físicas como das fotografias.No álbum fotográfico, quase sempre, existe uma organização das fotografias, uma sequência, umas mais criativas do que outras, criando autobiografias e narrativas de uma vida familiar, preservando as memórias que lá habitam, e as que já não habitam, as que se perderam ao longo dos anos, mas dando-lhes também a possibilidade de se multiplicarem. Álbuns da Terra é usado aqui como suporte de memória para contar uma parte da história do meu sobrinho na cidade de Guimarães.
Criação, objeto, pesquisa Tânia Dinis
Texto Pedro Bastos
Apoio à criação Tales Frey, Jorge Quintela
Produção Associação Cultural - Tenda de Saias
Coprodução A Oficina
Duração 30 min. aprox
Álbuns da Terra parte da instalação Sobrepostos, ( 2019) criada para o laboratório de verão - GNRATION e conta com imagens de arquivo da artista, Casa Imagem de Braga, Centro Português de Fotografia, Associação A Muralha - Guimarães.



1 de outubro - S8 - Mostra de Cinema Periférico - Corunha
14 de outubro - 14 Out | Entrada livre
Family Film Project - Private Collection - Ciclo de Performances
25-29 Nov - ARCA 20 | arquivo e cinema
Performance e a instalação "Álbuns da Terra"
Cineclube & Filmoteca de Montemor-o-Novo




Encontros PERPHOTO 2020/21, Performar o Arquivo
na versão em streaming, Tânia Dinis apresentará Imaginário familiar – linha de tempo, parte da série “Arquivo de Família”.


ÁLBUNS DA TERRA
7 de março 2020
Programa: MUSEU DO FUTURO #1
na Casa da Memória de Guimarães
PROJETO VENCEDOR DA 2ª BOLSA DE CRIAÇÃO DO PACT - PLANO DE APOIO À CRIAÇÃO TEATRAL
O álbum fotográfico é também testemunha, e um depositário de histórias e memórias de uma família, e tem igualmente, características e qualidades físicas como das fotografias.No álbum fotográfico, quase sempre, existe uma organização das fotografias, uma sequência, umas mais criativas do que outras, criando autobiografias e narrativas de uma vida familiar, preservando as memórias que lá habitam, e as que já não habitam, as que se perderam ao longo dos anos, mas dando-lhes também a possibilidade de se multiplicarem. Álbuns da Terra é usado aqui como suporte de memória para contar uma parte da história do meu sobrinho na cidade de Guimarães.
Criação, objeto, pesquisa Tânia Dinis
Texto Pedro Bastos
Apoio à criação Tales Frey, Jorge Quintela
Produção Associação Cultural - Tenda de Saias
Coprodução A Oficina
Duração 30 min. aprox
@paulopacheco
Álbuns da Terra parte da instalação Sobrepostos, ( 2019) criada para o laboratório de verão - GNRATION e conta com imagens de arquivo da artista, Casa Imagem de Braga, Centro Português de Fotografia, Associação A Muralha - Guimarães.




RECORTES DE FAMÍLIA
24 de novembro 2019
Grande Auditório do Rivoli, Porto/Post/Doc e a Orquestra de Famílias de Matosinhos Programa Educativo Orquestra Jazz de Matosinhos - espectáculo audiovisual. Além da interpretação ao vivo de temas originais, o espectáculo inclui também uma componente visual criada por Tânia Dinis, a partir dos acervos pessoais fotográficos e das memórias familiares dos membros da orquestra, assim como meu, que inclui também imagens do Brasil nos anos 40. Os conjuntos de fotografias e imagens serão manipulados em tempo real, num ensaio visual de sobreposições de imagens, construindo pequenas narrativas numa viagem fragmentada à memória afectiva de todos os participantes.



Viajar no tempo dos outros
Tanques das Fontainhas Porto
Co-criação com Maria Ferreira e Soraia Gomes com moradores e antigos moradores das Fontainhas
MEXE - Encontro Internacional de Arte e Comunidade
18 setembro 2019
Viajar no Tempo dos Outros será realizado nos Tanques das Fontainhas
Uma Criação de Tânia Dinis em Co-Criação com as incríveis Maria Ferreira e Soraia Gomes com moradores e antigos moradores das Fontainhas.
Pesquisa realizada por Maria Ferreira e Soraia Gomes.
"Viajar no tempo dos outros – Fontainhas" pretende proporcionar ao espectador um pequeno encontro familiar. A partir de pequenos encontros criativos, um grupo de moradores e antigos moradores das Fontainhas, vão revisitar documentos visuais, numa viagem por uma memória, uma cultura, um património, percorrendo histórias pessoais que passam pela época e o seu contexto socioeconómico.




Linha de Montagem
[Estreia Absoluta]
Pedro Bastos, Sara Costa, Tânia Dinis
CIAJG / Black Box
ARQUIVOS TEATRO DA MEMÓRIA
2ª BOLSA DO GANGUE DE GUIMARÃES
Quarta 27 a Sábado 30 março, 21h30
Linha de Montagem parte do olhar de três artistas sobre o arquivo do Teatro Oficina, numa análise sobre o que poderá ser um arquivo, a documentação, de uma política cultural de uma companhia de teatro, com relação socioeconómica de uma região.
Criação Pedro Bastos, Sara Costa e Tânia Dinis
Pesquisa Pedro Bastos, Sara Costa e Tânia Dinis
Texto Pedro Bastos
Interpretação Sara Costa e Tânia Dinis
Agradecimentos Carlos Rego, Jorge Quintela, Pedro Lima, Bando à Parte, Eduardo Brito, Rui Vale de Sousa, João Melo, José Eduardo Silva,
Duração aprox. 45 min.
Maiores de 6





Bastidores
Estreia
JANEIRO 2019
19 Sáb 14.30h, 15.30h, 17.00h & 18.00h
20 Dom 14.30h & 15.30h
RIVOLI Sala Pingue-Pongue
Entrada gratuita • >12
“Bastidores” parte da criação “Curva Ascendente” (2014), que explora o confronto da imagem com aqueles nela representados, neste caso o de Ermelinda, avó da autora, recorrendo a suportes e dispositivos de imagem associados ao universo afetivo familiar.
Agora, prossigo o meu trabalho, de revisitação de memórias através da imagem fotográfica e outros documentos, apresentando aqui um primeiro momento de "Bastidores", que parte do arquivo do Teatro Municipal Rivoli, e que me fez viajar pelo arquivo pessoal de antigos funcionários, dos seus vizinhos, amigos e familiares, com percursos de vida e histórias diferentes, proporcionando um pequeno momento familiar, uma reunião, um ensaio intimo agora partilhado, de alguns fragmentos de história, de uma determinada época, na vida de um teatro, que também é uma família. As fotografias fixam momentos, identidades, mas não nos desvendam tudo. São diferentes ligações de um tempo e testemunho que se desdobram em torno de imagens que circulam de mão em mão, fluem como quadros com potenciais micro histórias, numa memória que funciona como um dispositivo à construção de uma narrativa, manipulando o que é realmente verdade ou não. — Tânia Dinis
De Tânia Dinis
Com Tânia Dinis, Fernando Sousa, Luís Ribeiro, Manuel Rodrigues, entre outros
Apoio à criação Jorge Quintela, Paulo da Mata e Tales Frey
Apoio à produção Associação Cultural – Tenda de Saias
Pesquisa Tânia Dinis
Material de arquivo Teatro Municipal do Porto, Tânia Dinis, Luís Ribeiro, Manuel Rodrigues, Fernando Sousa, A. Carvalho, L. Alves, António Torreira, Esperança Borges, Srº Jorge
Agradecimentos Senhor Albano, Carlos Moreira, Júlio Moreira, Francisco Choupina, Rita Xavier, Ana Cristina Vicente, Bando à Parte, Jorge Garcia Pereira, equipa do Teatro Municipal do Porto, e a todas as outras pessoas que se cruzaram e ajudaram na concretização deste projeto




2018
Álbuns da Terra - Ribeira, Viana do Castelo de Tânia Dinis e Juliana Sá
#talkie-walkie #Comédiasdominho #TeatroDoNoroeste #ondamarela Ana Isabel Bragança RaulPereira #MatildeSeabra
Portas do Tempo Viana do Castelo x 17 Nov Dos Descobrimentos

2018/2019
TEMPORÁRIAS
Uma criação de Tânia Dinis em co-criação de Ana Villanueva ( ARG ) e Maria Antónia Mion ( BR)
Pesquisa e interpretação de Tânia Dinis, Ana Villanueva e Maria Antónia Mion
Apoio artístico de Jorge Quintela, Paulo da Mata, Tales Frey, Regina Guimarães
Aprox: 40 minutos
Produção da Associação Cultural - Tenda de Saias
Maiores 12 anos
1º momento, foi apresentado em 2017, no programa MARIAS, pela Mezzanine, na ªSEDE , no Porto
2º momento, outubro de 2018, CAAA - Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães
3º momento, Maio de 2019, Casa Tangente, Curitiba Brasil
4º momento, junho de 2019, Quema la Nave, Buenos Aires, Argentina
Apoio à circulação Fundação GDA
Apoio à criação DGArtes
“Temporárias” tem como processo de trabalho a correspondência de imagens de família, entre as três artistas e manipuladas através da montagem.
Uma criação na busca constante das múltiplas leituras que uma imagem pode ter e o que podem esconder. A impressão de momentos esquecidos num tempo distante. Um tempo que passa e um tempo que não passa, em memórias que se expandem no espaço. Memórias familiares prontas para emergirem do esquecimento, permitindo a construção das nossas histórias, ou as histórias que lá habitam e que nos ligam num tempo e espaço diferente.
A minha mãe não tinha segredos, apenas gostava de segredar e de fazer caixinha ( ... )
Oficina IMAGENS QUE CONTAM HISTÓRIAS por Juliana Sá e Tânia Dinis
20 e 21 de Outubro
10h/13h
Máximo 15 participantes
Idades entre 6/12 anos
Nesta oficina vais trabalhar com imagens associadas ao universo afectivo familiar. Vais explorar vários materiais e técnicas na construção da tua história e da tua imagem.



2017
ÁLBUM DE FAMÍLIA
10 e 11 de junho 2017 - Casa da Memória - Teatro Oficina - Festivais Gil Vicente - Guimarães
A convite do Teatro Oficina, Isabel Costa e Tânia Dinis lançam-se numa criação em duas partes. A partir do espólio de fotografias D’A Muralha, estas duas peças distintas, partilham o mesmo principio: O Álbum fotográfico familiar.
E ainda com os criativos: Tales Frey, Rui Monteiro, Óscar Rodrigues e a preciosa colaboração de Nuno Preto e Tiago Sarmento.
Com os alunos das Oficinas do Teatro Oficina.
Isabel Costa 1º parte do espectáculo
Tânia Dinis 2ª parte do espectáculo
Neste projecto dou continuidade ao meu trabalho de pesquisa e recolha de imagens de arquivo familiares, pessoais e anónimas ( recolha em feiras de usados e lojas de velharias ), utilizando os mesmos dispositivos e suportes que normalmente exploro no vídeo e cinema. Agora na performance continuo o trabalho pesquisado na performance ROTA e agora um grupo de alunos das Oficinas são confrontados por mim com sequências de imagens e são convidados a partilharem memórias.
Álbum de Família
Momentos antes de se tirar uma fotografia um corpo de pessoas, de diferentes idades e com diferentes experiências e percursos de vida, são confrontados por Tânia Dinis, com uma sequência de imagens e são convocados a partilharem memórias que lá habitam. Neste momento fotográfico, é utilizado um dispositivo de vídeo para transportar e transformar estas memorias através de objectos, filmes, diapositivos, cartas, postais, fotografias de situações domésticas e da sua intimidade. Neste partilha é possível encontrar, animais, jogos, desenhos, retratos, registos de paisagens, passeios, viagens, festas, casamentos, o crescimento e a evolução dos elementos familiares. Experiências, sentimentos, registos subtis do dia a dia, que dando-lhes a possibilidade de se multiplicarem, se desdobrarem em outras memórias criam assim, pequenas legendas narrativas, num diálogo com o passado e presente. O resultado deste momento, tem como objectivo a criação de um novo álbum de família que continua aberto a várias leituras, pois ao utilizarmos as ferramentas – fotografia e memória, estamos a usar a sua capacidade de se ligarem a um acontecimento passado permitindo a este grupo de pessoas uma partilha íntima e familar. Procuramos uma conversa, onde dos diálogos crescem relações e jogos de afectos, relembrando,criando, ficcionando recordações, fazendo deslocações de momentos originais, ou não, no tempo e espaço. Abrimos e folheamos este álbum que conta agora novas histórias, ou as histórias que queremos ver.





2013/2018
ROTA ( pequena história de uma família )
é um encontro familiar, que explora o confronto da imagem com aqueles nela representados, recorrendo a suportes e dispositivos de imagem associados ao universo afectivo familiar. Na continuação do trabalho desenvolvido na manipulação de imagens de arquivo em filme, na performance ROTA é utilizado um dispositivo de vídeo, que transporta e transforma em directo as imagens.
Uma criação de Tânia Dinis
com a participação especial, na imagem e audio, da minha avó Ermelinda de Jesus
Arquivo e pesquisa de Tânia Dinis
Apoio artístico de Jorge Quintela
Performance
Aprox: 40 minutos
2013/2018
Para esta programação, apresento uma versão da performance Imaginário familiar e Curva Ascendente, que faz parte do Projecto – Arquivo da família, um trabalho que está em constante desenvolvimento; um trabalho de pesquisa e recolha de arquivos familiares ( pessoais e anónimos ); Super 8, found footage, home movies, fotografias, diapositivos, cartas e outros objectos, que tem como objectivo resultar num conjunto de trabalhos reorganizados, revisitados, confrontados e manipulados através da montagem, criando assim, pequenos momentos narrativos.
Apresentações:
2018 - Museu Júlio Dinis – Ovar 2018
2018 - Ignição Gerador - Lisboa - Palácio Nacional da Ajuda
2018 - 11 de Maio - Finissage com a performance "Rota (pequena história de uma família)" sput&nik thewindow Porto
2017 - Mosteiro São Bento da Vitória - Porto - Seminário Internacional Práticas de Arquivo em Artes Performativas ( Imaginário familiar - Linha de Tempo )
http://www.tnsj.pt/home/espetaculo.php?intShowID=1727
2017 - 27 Maio - mARTE - Barcelos
2017 - 8ª edição do Mercado da Artes, Ponte de Lima
2017 - 11 e 12 Fevereiro - O Condomínio, festival de cultura local em espaços habitacionais - Lisboa ( imaginário famíliar )
2017 - 27 de Abril - MIRA - Artes performativas - Porto
2016 - 10 de Dezembro - PROJECTO T3 - Porto
2016 - Jardins Efémeros, Viseu ( em Curva Ascendente )
2015 - TRAÇA - Mostra de Filmes de Arquivos Familiares Lisboa ( em a família não se escolhe )
2015 - EXPOSIÇÃO NA 31 DE JANEIRO PORTO ( em imaginário familiar )







Artigo de Tales Frey
O tempo fora do tempo



2013/2017
Série Imaginário familiar #4
Montagem fotográfica e reprodução em slides impressos em papel fotográfio.
Caneta de feltro





2014/2017
Imaginário familiar Caso se reconheça, terei muito gosto em devolver as suas memórias.
Exposição e performance
Uma criação de Tânia Dinis
Recolha de arquivos de família de Tânia Dinis
Montagem fotográfica e reprodução em diapositivos. TESE/PROJECTO DE MESTRADO - BELAS ARTES DO PORTO
2017 - MIRA - ARTES PERFORMATIVAS PORTO
2016 - Jardins Efémeros, Viseu
2015 - TRAÇA - Mostra de Filmes de Arquivos Familiares Lisboa
2015 - EXPOSIÇÃO NA 31 DE JANEIRO PORTO
Performance



Exposição Imaginário Familiar - Jardins Efémeros - Viseu e Porto
Arquivo - Rua - Reprodução em slide.
Arquivo - Rua - Mostagem e reprodução em slide.
Arquivo - Rua - Montagem e reprodução em slide.
O arquivo de família assume um papel bastante significativo porque constrói e reúne as memórias de uma história familiar. Assim, tanto funciona como documento representando o real, como o pode ficcionar. As fotografias, diapositivos, filme, cartas e outros objectos familiares são do foro do privado, do intimo, mas quando transpostas para o domínio público, podem ser revisitadas, possibilitando novas interpretações que a própria imagem pode ocultar. O princípio da montagem nasce com o cinema e é a partir da ideia de montagem cinematográfica, mais específicamente do efeito Kuleshov, de plano contra plano, que pretendemos reorganizar os arquivos. O objectivo é a construção de várias obras associadas e uma pequena performance.
É o transporte da imaginação por identidades desconhecidas em busca de fragmentos de memórias, transportando estes arquivos para o universo da arte dialogando com o passado e o presente.
Imaginário Familiar pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido no Projecto-Arquivo de Família e é um trabalho que está em constante desenvolvimento; um trabalho de pesquisa e recolha de arquivos familiares; super 8mm, found footage, home movies, fotografias, diapositivos, cartas e outros objectos encontrados ou doados, que tem como objectivo resultar num conjunto de trabalhos reorganizados, revisitados, confrontados e manipulados através da montagem, implementando colagens, e fragmentos sonoros, explorando a ideia da imagem, numa experiência do tempo que passou, e do tempo que não passa, numa memória que se expande no espaço, criando assim, pequenos momentos narrativos deslocados para outros contextos, a sua relação partilhada com o público e as suas diferentes leituras, proporcionando ao espectador um encontro familiar.


Imaginário familiar - LINHA DE TEMPO #1 Fotografias de vários arquivos de família
Exposição Imaginário Familiar - Porto


Série Imaginário Familiar #2 - Dupla projecção de Slides Série Imaginário Familiar #1 - Montagem fotográfica e reprodução em slide Fundos papel de parede, papel bacalhau, papel embrulho, malas






Performance Imaginário Familiar-Jardins Efémeros Exposição Imaginário Familiar - Jardins Efémeros
2015
A FAMíLIA NÃO SE ESCOLHE
10 e 11 OUTUBRO - LISBOA
Performance/Instalação
TRAÇA - Mostra de Filmes de Arquivos Familiares
2015



Filmes:
Ilha das Bananeiras
Os teus Olhos

Arquivo de família - Dupla projecção de slides
Still super 8 impresso em papel fotográfico.
Uma criação de Tânia Dinis
Recolha de arquivo fotográfico e diapositivos: Tânia Dinis
Recolha de arquivos de filmes de família: Videoteca de Lisboa
Filmes de família da coleção do Sr. Luís Nunes dos Santos | AML-Videoteca
Correspondência da coleção da artista.
2015
A família não se escolhe, é um trabalho de pesquisa e recolha de arquivos familiares. A instalação/performance vai resultar no cruzamento dos arquivos de família em película Super 8 recolhidos pela Videoteca de Lisboa para o Festival – TRAÇA e fotografias e slides encontrados por mim, em lojas de velharias e feiras de usados, com o objectivo de criar novas histórias.
Linha de tempo II Dupla montagem Still Super 8 impresso em papel fotográfico






2013
CURVA ASCENDENTE
Performance/Instalação - A Minha Família
2013/2016
Curva Ascendente, é uma performance que explora o confronto da imagem com aqueles nela representados, recorrendo a suportes e dispositivos de imagem associados ao universo afectivo familiar.
Curva Ascendente é um íntimo-partilhado.
Um encontro familiar.
Na Casa da Imagem existe o espólio fotográfico de Teófilo Rego.
Na minha casa, existe um avô Armindo e um tio-avô Fernando que registaram as memórias da minha família, revisitadas agora por mim.





Projecção slides.
Casa da Imagem - Vila Nova de Gaia
Uma criação de Tânia Dinis
com um texto de Regina Guimarães
Apoio artístico de Jorge Quintela
60m Lotação máxima de 18 pessoas
Fotografias da avó Ermelinda de Jesus
Super8/slides/som de Tânia Dinis
Sopa da avó Ermelinda
Apresentações:
2016: Jardins Efémeros, Viseu
2016: Solar Galeria de Arte Cinemática - Vila do Conde
2016: Festival Artes de Rua, Tavira
2015: CASAZUL Barcelos
2015: TRAÇA - Mostra de filmes de família - Lisboa
2013/14: CAAA - Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura em Guimarães,
Festival NOC NOC 4, Guimarães
Casa da Imagem em Vila Nova de Gaia ( apoio da Fundação GDA )
Ela linda de morrer em sua morada quase erma ficara espectadora de todos os regressos patrona de todas as partidas irredutível, divisível, dividida.
Regina Guimarães

Casa da Imagem - Vila Nova de Gaia

CAAA - Guimaraes


2013
NÃO SÃO FAVAS, SÃO FEIJOCAS
VídeoPerformance
Exposição colectiva. Experimental Jet Set ( Filmes em super8 )
2013
Conflito geracional de pessoas que vivem do campo, para o campo. A minha avó e eu. O confronto da imagem com aqueles nela representados.

CAAA - Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura - Guimarães
Criação de Tânia Dinis
Com a participação da minha avó Ermelinda de Jesus e Família Dinis.
2013